Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro, dois boxeadores cubanos, Guillermo Rigoundeaux, de 26 anos, e Erislandy Lara, de 24 anos, abandonaram a delegação de Cuba, em uma tentativa de fugir do regime comunista do então ditador Fidel Castro. A alegação oficial, na época, foi de que eles não tinham documentos que garantissem a estadia no Brasil para tempo superior ao programado. Todo o país soube do fato, que potencializou a discussão sobre as condições de vida na ilha cubana, o atraso social e econômico e principalmente a opressão do governo autoritário de Castro, mas o Governo Federal nada fez. Cuba pagou as passagens e os atletas – que, como muitos cubanos, tentaram fugir da ditadura comunista – foram enviados de volta para o paraíso caribenho da esquerda caviar.

Outros dois exemplos de refugiados demonstram que o Estado Brasileiro não agiu pela lei, mas pela ideologia. O Brasil concedeu asilo político ao guerrilheiro das FARC Camilo Collazzos e ao terrorista italiano Cesare Battisti. Ambos são comunistas, e ganharam respeito e empatia do Partido dos Trabalhadores. Já os dois atletas cubanos, buscando a liberdade de um governo de fato fascista e autoritário, não tiveram a mesma misericórdia – ou misericórdia alguma.

Na contramão disto, o presidente eleito Bolsonaro apresentou uma nova proposta de manutenção do programa Mais Médicos, dando mais liberdade aos cubanos que viessem para o Brasil, inclusive de garantia de salários integrais. Cuba, a ilha que parou no tempo, conservando o comunismo falido de Che e Fidel, sob a sombra de uma ditadura que esmaga o indivíduo, negou as propostas, desfazendo os laços com o governo brasileiro e encerrando o programa. Bolsonaro foi mais além: afirmou que concederá asilo político a todo cubano que pedir.

A situação gerou uma balbúrdia – muitas vezes ilógica e demagoga – na sociedade civil, e serviu, principalmente, para comprovar o que já era óbvio: a esquerda, que tanto acusa conservadores de fascistas, é a verdadeira cara do Fascismo. E não precisamos ir longe, utilizando do regime soviético ou maoísta como exemplos. O ex-presidente (e agora presidiário) Lula é um arquétipo do falso-democrata que, no fundo, é fascista, como todo esquerdista, de fato, o é.

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