Após três anos ininterruptos de uma crise generalizada envolvendo escassez de recursos e racionamento de alimentações, os venezuelanos padeceram durante longos anos de ditadura estatizante e controladora diante de estoques vazios e disputas corporais para ter acesso a produtos básicos no mercado, como peito de frango e papel higiênico.

Durante todo esse processo de desumanização, o êxodo venezuelano se expandiu para países vizinhos, aglutinando milhares de refugiados atormentados pela fome generalizada e truculência estatal. Maduro chegou a prender empresários como se criminosos fossem e executou políticas atrasadas de controle de preços e da mídia, precarizando completamente os serviços no país e gerando uma inflação com patamares catastróficos.

Após negar copiosamente o auxílio prestado da ONU, sob a desculpa de que seria uma falsa prerrogativa para aplicar “uma intervenção militar” no país, finalmente Maduro recua e aceita o auxílio estimado em R$ 9,2 milhões.

Resta saber quando será feito algo para sucumbir a ditadura e revitalizar a democracia no país com genuína economia de mercado.

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