O ditador da Venezuela tentou uma aproximação forçada após o anúncio da vitória do Presidente eleito, Jair Bolsonaro, e logo foi recebido com críticas e desaprovação, evidenciando uma nova perspectiva da política externa no Brasil visando aproximação com Israel e EUA, evitando simbioses nefastas com ditaduras socialistas na América Latina, feitio do antigo governo petista.

Após clima esquentar e Rússia sinalizar ajuda ao ditador venezuelano, Maduro declarou que há milhares de pessoas compondo tropas bolivarianas para proteger a Venezuela de “conspiração norte-americana” com um suposto auxílio do Brasil.

Maduro anunciou também a intenção de atuar na defensiva sem mostrar qualquer sinalização de abandonar as políticas socialistas, chamando o vice-presidente eleito, General Hamilton Mourão, de “louco” e ameaçando Jair Bolsonaro.

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