Faz exatamente um mês que o capitão da reserva, Jair Messias Bolsonaro, se elegeu e desde então todas as manifestações nazistas repentinas, pichações em universidades públicas, cartazes ridiculamente falsos implantados e supostas agressões mirabolantes cessaram misteriosamente.

Durante a campanha, precisamente no segundo turno, várias denúncias coordenadas por apoiadores do Haddad foram feitas contra supostos apoiadores nazistas de Bolsonaro, tomando conta das redes sociais com o endosso da mídia, principalmente da UOL e Folha de São Paulo, que tiveram a pachorra de veicular até mesmo pichações supostamente nazistas em apoio a Bolsonaro, ignorando que é perfeitamente fácil você forjar uma pichação para incriminar o lado do espectro político que deseje prejudicar.

Após o público se imergir em um show teatral de horrores dissimulados, a lógica seria que esses ataques se intensificassem após a eleição do Jair Bolsonaro, não? Mas o oposto aconteceu e todo esse ímpeto nazista repentino se foi, comprovando que não passaram de simulações orquestradas e muito mal feitas. Vale lembrar que muitas dessas denúncias foram refutadas e seus propagadores agora respondem por falsa denunciação caluniosa.

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