O Governador Romeu Zema (NOVO), eleito pelo estado de Minas Gerais, declarou em entrevista recente que o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) não serve como cabide de emprego, mas sim como um “armário de empregos”.

A denúncia de Zema, que já era recorrente durante a campanha, diz respeito a interferência política do ex-governador Fernando Pimentel (PT), usando o IPSEMG como loteamento de cargos para o seu partido e contribuindo com o grave problema financeiro que se encontra no Estado mineiro. Segundo Zema, o número de conselheiros do instituto aumentou de 16 para 540.

Eu estive lá semana passada, tinha 16 conselheiros, hoje são 540, todos do partido do governador, do Brasil inteiro. Pessoas que nunca trabalharam com saúde ou com previdência, hoje ganham dinheiro lá dentro do IPSEMG”.

Em nota publicada, o IPSEMG respondeu: “Seria interessante se o governador eleito, em respeito a esta importante parcela da população mineira, reconhecesse o equívoco provocado, talvez, pelo calor do momento eleitoral.”

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